Uma pesquisa comandada pelo Dr. Gordon G. Jr. Gallup, com 763 mulheres, 48 travestis e 24 "homens", descobriu que o sêmen humano pode ser utilizado como tratamento antidepressivo.

Segundo a pesquisa, os participantes que nunca ou raramente utilizam camisinha durante suas cópulas com seus parceiros ou bebem seu esperma após a felação, apresentam um grau de felicidade superior aos que sempre ou regularmente utilizam preservativos.

Gallup explica que o "consumo" do sêmen eleva o nível de felicidade das pessoas, enquanto que as que evitam contato com seus hormônios tentem a ter mais probabilidade de desenvolver disturbios depressivos ou demonstram ser menos felizes.

"O esperma contém grande quantidade de hormônios, como estrogênio, prostaglandinas e ocitocina", explicou a dra. Maria Massa Neta, psicóloga e sexóloga do Stupid News. "Esses hormônios estão ligados diretamente ao centro de prazer e felicidade das pessoas. Por isso recomendo a minhas pacientes beber o sêmen de seus companheiros toda manhã. Isso promove a felicidade do casal", concluiu.

Entretanto, tal descoberta não é recente. Algumas empresas já desenvolvem produtos derivados do sêmen humano e pretendem lançá-los no mercado em breve. O laboratório Pfizer, por exemplo, aguarda apenas o registro da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para começar a distribuir o Pirocolina, que tem a Espermacilina como princípio ativo, para tratamento da depressão, nas formas injetável ou xarope. A indústria de alimentos e laticínios Elegê espera lançar a bebida láctea "Leite de Minhápica", integral e desnatado, ainda esse ano e depende apenas da liberação do registro do novo produto pelo Ministério da Agricultura. A linha de cosméticos Embelleze chegou a lançar o creme facial Espermodex, mas problemas com seus fornecedores a levaram a suspender a comercialização do produto.

O ator Alexandre Frota, por meio de sua assessoria de imprensa, declarou estar estudando a viabilidade de atuar como fornecedor de matéria prima para esse novo nicho de mercado.

Veja os resultados da pesquisa do Dr. Gallup