Acidente de laboratório dá origem a nova espécie de ser vivo |
| Ciência |
| Escrito por Lav Odnanref |
| Ter, 11 de Outubro de 2005 05:51 | |||
|
Em maio de 2005 o Instituto de Pesquisas Avançadas Espírito de Porco (IPAEP), iniciou pesquisas com uma espécie de batráquio, a "Leptodactylus ocellatus", conhecida como rã-manteiga. A pesquisa visava criar uma espécie de transgênico do animal que fosse mais resistente a doenças. Muito apreciada na culinária, a espécie é rica em proteína e com baixo nível de colesterol e o sabor de sua carne se assemelha muito a do frango. A idéia de utilizar a rã-manteiga parte do princípio que esta espécie é muito resistente a alterações ambientais produzidas pelo homem e cujos girinos parecem suportar um grau de poluição de água não aceitável por outras espécies de anuros. Devido a essas características, à facilidade de reprodução em cativeiro e a um baixo custo de produção, os cientistas eperavam que a nova espécie viesse a ser uma opção mais barata e saudável à carne de frango.
Batizada de rã-pera a nova espécie passou por uma extensa bateria de exames, revelando que sua constituição física é 67% rã e 33% pêra. A comunidade científica ainda não sabe como classificar a espécie. Por ser sua maior parte rã, alguns biólogos sugerem que ela seja enquadrada no reino animal, mas estuda-se a possibilidade de criação de um quarto reino. Inicialmente os pesquisadores pensaram que teriam dificuldade em reproduzir a experiência e multiplicar a rã-pêra, mas logo perceberam que ela se multiplicava muito mais facilmente do que eles imaginavam. Algumas das fêmeas sofreram algum tipo de metamorfose e tornaram-se machos. Verificou-se o aparecimento de uma grande quantidade de ovos e girinos no viveiro onde a espécie está sendo mantida. Durante a coletiva de imprensa onde os geneticistas do IPAEP apresentaram a espécie para a comunidade científica, o biólogo brasileiro Dr. Lucrécio Pinto, PHD e profundo estudioso do anuros, questionou, em tom de brincadeira, se a rã-pera dava em árvore. O lider da pesquisa, Dr. Epaminondas Pereira, respondeu: "Prezado dr., rã-pera não só dá em árvore, como dá também no chão, no telhado, na sala, no quardo, no sofá, na cama e etc. Ou seja, rá-pera dá em qualquer lugar.", provocando uma gargalhada coletiva na platéia. Os Chefs do Instituto de Culinária Espírito de Porco (ICEP), filial brasileira da organização francesa "Institut de la Cuisine de l'Esprit du Porc", tiveram a incumbência de criar pratos com o exótico ser. Dentre todos os pratos que foram experimentados, o que mais apreciação teve por parte dos degustadores e críticos de culinária, foi o pastel de Rã-pera.
|





Comentários
Q ISSO COMO ALGUEM PODE ESR TAO DOENTE!!!
CREDO!!
ESSAS PESSOAS COM CERTZEA NAO TEM CORAÇÃO
TENHO CERTEZA Q NAO IAM GOSTAR SE A SITUAÇÃO FOSSE AO CONTRARIO
EU NAO CONSIGO ACREDITAR
Assine o RSS dos comentários