Desordem no Tribunal |
| Cultura - Cultura inútil |
| Escrito por Lav Odnanref |
| Ter, 07 de Março de 2006 12:37 | |||
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Tem circulado na internet, por emails, em blogs e até mesmo em sites de humor, gafes cometidas por advogados e promotores durante seus interrogatórios a testemunhas e réus. Segundo o texto que antecede as gafes, os deslizes cometidos teriam sido reunidos num livro chamado "Desordem no Tribunal" e teriam sido realmente ditos. O que em nenhum momento foi dito foi quem é o autor de tal livro e qual foi a editora responsável por publicá-lo. Comprometidos com a verdade, nós do Stupid News buscamos averiguar a verdade por trás dessa afirmação. Caçamos no Google e em outros mecanismos de busca; nos sites de livrarias renomadas como Saraiva e Siciliano; nos sites de leilão como e-bay e Mercado Livre; e por último, mas não menos importante, em sites de lojas virtuais como Americanas.com e Submarino. Sempre utilizando a chave de busca "Desordem no Tribunal", em nenhum lugar achamos o citado livro ou qualquer referência que nos levasse a ele. Nos mecanismos de busca achamos apenas links que nos remetiam para o texto em si. Sendo assim, concluimos que o livro não existe ou nunca foi publicado no idioma português. Se pensarmos que a primeira hipótese é a mais provável, tudo não passou de criatividade de uma mente brilhante para o humor, mas infelizmente o responsável por começar essa corrente nos é desconhecido. Se considerarmos que a segunda possibilidade é a verdadeira, questionamos: como ninguém ainda pensou em traduzir todo o livro e publicá-lo? DESORDEM NO TRIBUNAL Retirados do livro "Desordem no Tribunal". São coisas que as pessoas realmente disseram, e que foram transcritas textualmente pelos taquígrafos, que tiveram que permanecer calmos enquanto estes diálogos realmente aconteciam à sua frente e à frente do juiz. Pergunta: Qual é a data do seu aniversário? P: Essa doença, a miastenia gravis, afeta sua memória? P: Que idade tem seu filho? P: Então, a data de concepção do seu bebê foi 08 de agosto? P: Ela tinha 3 filhos, certo? P: Aqui na corte, para cada pergunta que eu lhe fizer, sua resposta deve ser oral, ok? Que escola você freqüenta? P: Doutor, quantas autópsias o senhor já realizou em pessoas mortas? P: Doutor, o senhor se lembra da hora em que começou a examinar o corpo da vítima? P: Doutor, antes de fazer a autópsia, o senhor checou o pulso da vítima? P: Qual foi a primeira coisa que seu marido disse quando acordou naquela manhã? P: Me diga, doutor... não é verdade que, ao morrer no sono, a pessoa P: Seu filho mais novo, o de 20 anos... P: Sobre esta foto sua... o senhor estava presente quando ela foi tirada? P: Poderia descrever o suspeito? P: O senhor está qualificado para nos fornecer uma amostra de urina?
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