Mulher é obrigada a mostrar as nádegas no Canadá |
| Editorial - Mundo |
| Escrito por Lav Odnanref |
| Sex, 19 de Junho de 2009 13:16 | |||
|
As autoridades do aeroporto de Montreal, no Canadá, obrigaram a canadense Sylvie Ménard, de 43 anos, a ficar nua e mostrar o traseiro. Os puliça não queriam ver se ela tinha uma tatuagem rosa em sua nádega, mas sim se ela tinha o botão rosa. Sylvie, que nunca teve problemas com a justiça, voltada de uma viagem que fez ao México para gozar as férias, quando os tiras a confundiram com uma criminosa que tem uma tatuagem rosa na região glútea e que em nada se parece com ela, mas como Sylvie tem um bundão enorme, os "canas" resolveram usar desse subterfúgio pra ver seu traseiro. A mulher ficou muito constrangida com o fato de ter sido algemada, detida e obrigada a tirar a roupa sem receber nenhuma explicação das autoridades. "Eu achava que eles queriam dar uma bimbada gostosa em mim, mas só o que fizeram foi ficar olhando o meu fiofó", disse Sylvie. "Tudo bem que eu já tinha gozado um bocado no México, mas gozar nunca é demais", acrescentou. "Eles queriam apenas olhar minhas nádegas. Isso é um problema", concluiu.
Dominique McNeely, porta-voz da agência responsável por fiscalizar a entrada e saída de pessoas e mercadorias no Canadá, disse que enganos como esse podem ocorrer e esses controles dos ânus entrantes são necessários. "Não podemos deixar alguém entrar no país se não estivermos absolutamente certos que seu ânus está limpo”, disse Dominique que também assumiu ser lésbica e ter adorado apreciar o traseiro de Sylvie. Sylvie contou que, após ter seu brioco inspecionado por um agente da alfândega, eles reviraram sua bagagem para ver se ela não transportava consolos, vibradores e gels lubrificantes. Ela destacou que ficou mais indignada quando depois de ter mostrado as nádegas para os agentes, nenhum deles quis dar umazinha com ela. Mais tarde, ela precisou ficar nua novamente para Dominique verificar se ela tinha o botão cor de rosa. Segundo Sylvie, os agentes da alfândega sugeriram que ela tatuasse seu nome na nádega para facilitar futuras inspeções. “Essa foi a solução”, ironizou, destacando que os agentes poderiam confirmar sua identidade através de qualquer documento em lugar de sua bunda. Clique aqui para ver o botão cor de rosa da Sylvie.
|




