A verdadeira história sobre o Referendo do Desarmamento |
| Editorial - Política |
| Escrito por Lav Odnanref |
| Seg, 03 de Outubro de 2005 13:09 | |||
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Poucas pessoas sabem o real motivo que levou o governo a realizar um referendo nacional com o objetivo de definir se deve ser ou não proibido o comércio legal de armas e munições em todo o território nacional. Todos pensam que o objetivo do governo é diminuir os crimes cometidos por arma de fogo. Mas isso não é bem verdade. Os repórteres investigativos do SN, em associação com a EPNN (Espírito de Porco Network News), tiveram acesso a um dossier que expõe o real motivo da criação dessa lei. Como um meio de comunicação sério e comprometido com a verdade, o SN resolveu trazer a público essa matéria explosiva e revelar toda a verdade por traz do referendo. Brasília, DF - Em 2004 o presidente do Brasil, sr. Luiz Inácio "Lula" da Silva, decidiu, na contra-mão do desarmamento, adquirir uma arma e aprender a usá-la. Nosso presidente, como todo bom brasileiro, achou que comprando uma arma importada estaria fazendo um negócio muito melhor que comprar uma fabricada em terras tupiniquins. Sem consultar seu amigo pessoal, o então ministro da Casa Civul, sr. José Dirceu, aproveitou uma de suas viagens ao exterior para adquirir o armamento. Foi assim que, estando em Portugal, aproveitou para adquirir um revólver calibre 38. Lula, não teve problemas para passar com o armamento pela alfândega, visto gozar do posto de Presidente do Brasil. Algum tempo depois de estar de volta ao Brasil, o presidente Lula, matriculou-se num clube de tiro para aprender a utilizar sua nova arma. Passadas todas as aulas teóricas, era hora de começar a atirar. Possuidor de um revólver importado novinho, nosso querido presidente não queria utilizar uma das armas cedidas pelo curso para os alunos, queria usar a sua própria. Foi então que convidou seu melhor amigo e comanheiro para acompanhá-lo ao estande de tiros. Já pronto para iniciar a aula prática, Lula desencaixotou seu magnífico revólver português, municiou-o e posicionou-se de frente para o alvo. Mas, na hora exata em que ia puxar o gatilho, o monitor do estande o impediu, tomando arma de suas mãos. Lula ficou indignado com a ousadia do companheiro instrutor, mas nem teve tempo de reclamar, pois este chamou José Dirceu e mostrou-lhe a arma. O revólver foi apreendido e Lula nunca teve a chance de usá-lo. Dirceu então, percebendo o risco que o companheiro Lula sofreu, resolveu que alguma coisa deveria ser feita para proteger os cidadãos de armas como aquelas. Veja abaixo a arma que o presidente Lula comprou em sua viagem a Portugal.
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