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Chifrudo leva bronca do juiz e ainda é chamado de broxa

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Editorial - Rio
Escrito por Lav Odnanref   
Sáb, 17 de Outubro de 2009 18:29
Rio - Um policial federal descobriu que sua mulher estava pulando a cerca a "brincando de casinha" com o Ricardão. Enraivecido, o chifrudo entrou na Justiça acusando o "comedor" de sua esposa de calúnia e ofensa à honra, pedindo indenização por danos morais.

O juiz Paulo Mello Feijó, do 1º Juizado Especial Cível do Tribunal de Justiça do Rio, responsável pelo caso, julgou a ação improcedente e fundamentou sua decisão na incompetência do "marido traído" de conseguiu manter seu bilau funcionando e de não mais conseguir dar conta do recado, deixando sua mulher, literalmente, na mão.

Na sentença o juiz escreveu que "alguns homens, no início da 'meia idade', já não tão viris, o corpo não mais respondendo de imediato ao comando cerebral/hormonal e o hábito de querer a mulher 'plugada' 24hs, começam a descarregar sobre elas suas frustrações, apontando celulite, chamando-as de gordas (pecado mortal) e deixando-lhes toda a culpa pelo seu pobre desempenho sexual". O excelentíssimo ainda complementou dizendo que este comportamento choca-se com os anseios das mulheres na fase pré-menopausa, que "desejam sexo com maior frequência, melhor qualidade e mais carinho - que não dure alguns minutos apenas".

O juiz concluiu que as esposas vitimas desses maridos "impotentes" têm duas opções: ficam deprimidas ou "buscam o prazer em outros olhos, outros braços, outros beijos (...) e traem de coração".

O pensamento do juiz é que nesses casos a mulher racionaliza: "Meu marido não me quer, não me deseja, me acha uma 'baranga' - (azar dele!) mas o meu amante me olha com desejo, me quer - eu sou um bom violino, há que se ter um bom músico para me fazer mostrar toda a música que sou capaz de oferecer!!!!".

Ou seja, o excelentíssimo juiz chamou o marido chifrudo de broxa e complementou dizendo que "um dia o marido relapso descobre que outro teve a sua mulher e quer matá-lo - ou seja, aquele que tirou sua dignidade de marido, de posseiro e o transformou num solene corno!".

O "boi", que também é policial federal, telefonou para o Ricardão e o ameaçou. Acuado o amante denunciou o caso a corregedoria da PF e agora o "corno brocha" é motivo de chacota entre os colegas. Por isso o "mu mu" resolveu processar o "comedor" e acabou dando com os burros n'água, chamado de broxa pelo juiz e humilhado para todo o mundo.

 

Leia esse artigo em palavras mais educadas aqui e aqui.

 

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