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Piadagem -
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Escrito por Renato Wolfenstein
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Dom, 25 de Janeiro de 2009 14:13 |
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Aquele advogado recém-formado estava sendo entrevistado para um emprego.
— E quais são suas pretensões salariais? - perguntou o entrevistador, depois de ouvir as longas digressões do candidato sobre a sua própria capacidade de assumir responsabilidades.
— Aproximadamente uns 10.000 reais por mês, mais benefícios. - e com ar todo empertigado, perguntou: - Quais os benefícios que a sua empresa oferece?
— Normalmente férias de 6 semanas por ano, fundo de pensão para complementar sua aposentadoria, um Vectra novo a cada dois anos, cartões de crédito, título de um clube, plano de saúde integral para todos os dependentes e viagem aos Estados Unidos duas vezes por ano.
— O senhor está brincando? - pergunta o advogado.
— É claro! Mas foi você quem começou!
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Escrito por Renato Wolfenstein
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Dom, 25 de Janeiro de 2009 13:49 |
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Um advogado casou com uma mulher que havia sido casada 8 vezes. Na noite de núpcias, no quarto do hotel, a noiva disse:
— Por favor, meu bem, seja gentil. Ainda sou virgem!
Perplexo, já que ela havia sido casada 8 vezes, o noivo pediu a ela que se explicasse. Ela respondeu:
— "Meu primeiro marido era Psiquiatra. Ele só queria conversar sobre sexo; Meu segundo marido era Ginecologista. Ele só queria examinar o local; Meu terceiro marido era Colecionador de Selos. Ele só queria lamber; Meu quarto marido era Gerente de Vendas. Ele dizia que sabia que tinha o produto, mas não sabia como utiliza-lo; Meu quinto marido era Engenheiro. Ele dizia que compreendia o procedimento básico, mas que precisava de três anos para pesquisar, implementar e criar um método revolucionário; Meu sexto marido era Servidor Publico. Ele dizia que compreendia perfeitamente como era, mas que não tinha certeza se era da competência dele; Meu sétimo marido era Técnico de CPD. Ele dizia que, se estava funcionando,era melhor ele não mexer; Meu oitavo marido era Analista de Suporte. Depois de dar uma olhada, ele disse que as pecas estavam todas perfeitas, mas que não sabia porque o sistema não funcionava. Por isso, agora estou casando com um advogado, porque eu tenho certeza de que você vai me foder."
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Escrito por Renato Wolfenstein
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Qui, 16 de Outubro de 2008 22:11 |
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Quando Daniel, um belo, promissor e jovem advogado, descobriu que herdaria uma fortuna quando seu pai morresse. Decidiu então que precisava de uma mulher para virar sua grande companheira. Assim, estava ele no bar da OAB carioca, quando senta na mesa ao lado a advogada mais bonita e fogosa que já tinha visto. Sua beleza chegava lhe tirava o fôlego.
Ele pensa numa boa cantada, se aproxima e diz:
— Eu posso parecer um advogado comum, mas em cerca de um mês ou dois meu pai vai morrer e eu herdarei 20 milhões de dólares.
Impressionada, a mulher vai para a casa com ele naquela noite e, três dias depois,... se torna sua madastra.
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Escrito por Renato Wolfenstein
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Qui, 16 de Outubro de 2008 22:09 |
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Uma instituição de caridade nunca tinha recebido uma doação de um dos advogados mais ricos da cidade, um judeu... O diretor da instituição decidiu ele mesmo ir falar com o advogado.
— Nossos registros mostram que o senhor ganha mais de R$6.000.000,00 por ano e mesmo assim nunca fez uma pequena doação para nossa instituição. O senhor gostaria de contribuir agora?
O advogado respondeu:
— A sua pesquisa apurou que minha mãe está muito doente que as contas médicas são muito superiores à renda anual da aposentadoria dela? — Ah, não — murmurou o diretor. — Ou que meu irmão mais novo é cego e desempregado? — continuou o advogado.
O diretor nem se atreveu a abrir a boca.
— Ou que o marido da minha irmã morreu num acidente e deixou ela sem um tostão e com cinco filhos menores para criar? — falou o advogado, já com ar de indignação.
O diretor já se sentindo humilhado disse:
— Eu não tinha a menor idéia de tudo isso... — E a sua pesquisa apurou que meu pai é diabético,cardiopata e que está na cadeira de rodas há mais de dez anos? — Não senhor. — E foi, por acaso, verificado que eu tenho dois sobrinhos Surdos-mudos? — perguntou o advogado.
Silêncio do diretor.
— Além de tudo isso — disse o advogado — vocês já sabem que meu irmão mais velho pediu falência e perdeu todos os seus bens? — Não, absolutamente não, senhor! — respondeu o diretor totalmente envergonhado com o papelão que fazia. — Pois, então — disse o advogado — SE EU NÃO DOU UM TOSTÃO PARA ELES, POR QUE EU IRIA DAR PARA VOCÊS?
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Qui, 16 de Outubro de 2008 22:08 |
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Um advogado acaba de estacionar o seu BMW e vai a abrir a porta quando, de repente, passa um carro a alta velocidade que lhe arranca violentamente a porta do carro. Quando a polícia chega, o advogado está aos berros:
— O meu BMW! Veja o que fizeram ao meu BMW. Assassiiiinooos! O meu BMW novinho em folha!!!
— Incrível, como é possível ser tão materialista. — diz o policial — Só pensa no seu BMW. Está tão preocupado com o carro que nem reparou que o seu braço esquerdo foi arrancado juntamente com a porta!
— O quê? — diz o advogado reparando finalmente no sangue que jorrava do ombro. — O meu Rolex!? Onde está o meu Rolex?
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Qui, 16 de Outubro de 2008 22:07 |
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Um professor perguntou a um dos seus alunos do curso de Direito:
— Se você quiser dar a Epaminondas uma laranja, o que deverá dizer?
O estudante respondeu:
— Aqui está, Epaminondas, uma laranja para você.
O professor gritou, furioso:
— Não! Não! Pense como um Operador do Direito!
O estudante respondeu:
— Ok.,então eu diria: "Eu, por meio desta dou e concedo a você, Epaminondas de tal, CPF e RG nºs., e somente a você, a propriedade plena e exclusiva, inclusive benefícios futuros, direitos, reivindicações e outras vindicações, títulos, obrigações e vantagens no que concerne à fruta denominada laranja em questão, juntamente com sua casca, sumo, polpa e sementes, transferindo-lhe todos os direitos e vantagens necessários para espremer, morder, cortar, congelar, triturar, descascar com a utilização de quaisquer objetos e de outra forma comer, tomar ou de qualquer forma ingerir a referida laranja, ou cedê-la com ou sem casca, sumo, polpa ou sementes, e qualquer decisão contrária, passada ou futura, em qualquer petição, ou petições, ou em instrumentos de qualquer natureza ou tipo ficam assim sem nenhum efeito no mundo cítrico e jurídico, valendo este ato entre as partes, seus herdeiros e sucessores, em caráter irrevogável e irretratável, declarando Epaminondas que o aceita em todos os seus termos e conhece perfeitamente o sabor da laranja, não se aplicando ao caso o disposto no Código do Consumidor."
E o professor então comenta:
— Melhorou bastante, mas você não deve ser tão sucinto.
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Escrito por Renato Wolfenstein
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Qua, 08 de Outubro de 2008 13:36 |
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"Decidi matar um dia de serviço na empresa e fui jogar golfe. Quando estava escolhendo o taco para o segundo buraco, notei que havia uma rã perto dele. A rã coaxou:
— Croc-croc, taco nove.
Achei graça e resolvi provar que a rã estava errada. Peguei o taco sugerido e bati na bola. Qual não foi a minha surpresa ao ver que a bola parou a um palmo do buraco! Eu exclamei para o batráquio:
— Uau, fantástico! Será que você é uma rã da sorte?.
A rã respondeu:
— Croc-croc, rã da sorte.
Resolvi levá-la comigo até o próximo buraco.
— O que você acha, rã? — perguntei. — Croc-croc, madeira três — disse ela. Peguei o taco três e bati. Bum! Direto no buraco! Fiquei espantado, sem fala. No fim do dia, tinha feito a maior pontuação em golfe de toda a minha vida. Aí, perguntei à rã: — Legal. E agora?
Ela respondeu:
— Croc-croc, Las Vegas!.
Então, fomos para Las Vegas, e a rã sugeriu um novo jogo de roleta no elegante cassino do Caesar's Palace. Lá chegando, perguntei o que deveria apostar.
— Croc-croc, 10 mil dólares, preto 21, três vezes seguidas.
Aquela aposta era alucinada, mas não hesitei. Pus todas as minhas fichas. E acertei na cabeça. Ganhei uma fortuna de milhões de dólares. Peguei toda aquela grana e fui para a recepção do hotel, onde exigi a suíte imperial. Tirei a rã do bolso, coloquei-a sobre os lençóis de cetim e disse:
— Rãzinha, não sei como lhe pagar tantos favores. Você me fez ganhar tanto dinheiro, que lhe serei grato para sempre.
A rã respondeu:
— Croc-croc, beije-me. Mas tem que ser na boca.
A princípio, tive nojo, mas depois pensei em tudo o que ela tinha feito por mim e vi que a bichinha merecia qualquer sacrifício. Como o meu beijo demorou vários minutos, ela inacreditavelmente foi se transformando numa linda ninfeta de 16 anos, completamente nua e, sentada sobre mim, foi me empurrando bem devargarzinho para a banheira de espuma."
— Juro por Deus, meritíssimo: foi assim que esta menina foi parar no meu quarto.
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