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Defesa criativa

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Piadagem - Advogados
Escrito por Renato Wolfenstein   
Qua, 08 de Outubro de 2008 13:36

"Decidi matar um dia de serviço na empresa e fui jogar golfe. Quando estava escolhendo o taco para o segundo buraco, notei que havia uma rã perto dele. A rã coaxou:

— Croc-croc, taco nove.

Achei graça e resolvi provar que a rã estava errada. Peguei o taco sugerido e bati na bola. Qual não foi a minha surpresa ao ver que a bola parou a um palmo do buraco! Eu exclamei para o batráquio:

— Uau, fantástico! Será que você é uma rã da sorte?.

A rã respondeu:

— Croc-croc, rã da sorte.

Resolvi levá-la comigo até o próximo buraco.

— O que você acha, rã? — perguntei.
— Croc-croc, madeira três — disse ela. Peguei o taco três e bati. Bum! Direto no buraco! Fiquei espantado, sem fala. No fim do dia, tinha feito a maior pontuação em golfe de toda a minha vida. Aí, perguntei à rã:
— Legal. E agora?

Ela respondeu:

— Croc-croc, Las Vegas!.

Então, fomos para Las Vegas, e a rã sugeriu um novo jogo de roleta no elegante cassino do Caesar's Palace. Lá chegando, perguntei o que deveria apostar.

— Croc-croc, 10 mil dólares, preto 21, três vezes seguidas.

Aquela aposta era alucinada, mas não hesitei. Pus todas as minhas fichas. E acertei na cabeça. Ganhei uma fortuna de milhões de dólares. Peguei toda aquela grana e fui para a recepção do hotel, onde exigi a suíte imperial. Tirei a rã do bolso, coloquei-a sobre os lençóis de cetim e disse:

— Rãzinha, não sei como lhe pagar tantos favores. Você me fez ganhar tanto dinheiro, que lhe serei grato para sempre.

A rã respondeu:

— Croc-croc, beije-me. Mas tem que ser na boca.

A princípio, tive nojo, mas depois pensei em tudo o que ela tinha feito por mim e vi que a bichinha merecia qualquer sacrifício. Como o meu beijo demorou vários minutos, ela inacreditavelmente foi se transformando numa linda ninfeta de 16 anos, completamente nua e, sentada sobre mim, foi me empurrando bem devargarzinho para a banheira de espuma."

— Juro por Deus, meritíssimo: foi assim que esta menina foi parar no meu quarto.

 

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