796
(4 votos, média de 2.75 em 5)
|
Piadagem -
Brasileiros
|
|
Escrito por Renato Wolfenstein
|
|
Qui, 04 de Novembro de 2010 08:35 |
|
O Mineirim saiu lá de São Francisco e veio para capital vender umas cabeças de gado.
Chegando aqui, foi direto para um barzinho da moda. Sentou numa mesa discreta no fundo e passou a observar calmamente as meninas que chegavam.
Eis que, de repente, uma loira maravilhosa senta a cinco mesas de distância. Sem titubear escreveu um bilhete num pedaço de papel, pediu uma garrafa do vinho mais caro da casa e pediu para o garçom entregar para a loira junto com o bilhete.
A loira recebeu o bilhete com os seguintes dizeres:
"Moça, Sou um homi bão, trabaiadô e queria levar ocê pra passeá comigo. Te darei muito presentes. Sô da roça, mas tenho bom gosto. Aceite esta garrafa de vinho. É du bão."
A loira olhou para o Mineirim, e respondeu o bilhete:
"Para sair com uma pessoa como você, só se você tivesse uma Ranger na garagem, 500 cabeças de gado e pelo menos 25 cm dentro desta calça."
O Mineirim recebeu o bilhete e respondeu, chateado:
"Moça, Posso vendê minha Mitsubish L200 e minha Hylux e ficá só com a Ranger. Posso também doá 14.500 boi dos 15.000 que eu tenho e só ficá cum 500. Mesmo tendo gostado muito de ocê, devolve minha garrafa de vinho. Cortá 5 cm du meu bilau, nem fudeno!!!"
|
792
(1 voto, média de 5.00 em 5)
|
Piadagem -
Brasileiros
|
|
Escrito por Renato Wolfenstein
|
|
Seg, 13 de Setembro de 2010 15:50 |
|
Morrendo de dor de cabeça, o cearense vai à farmácia.
— O que é que o senhor tem de bom pra dor de cabeça?
— Nós temos analgésicos.
O cearense, muito invocado, diz ao farmacêutico:
— Se avexe, homi! Eu sou é cabra-macho, não tomo um remédio desse. Pra mim só serve se for oralgésico!
|
636
(2 votos, média de 3.00 em 5)
|
Piadagem -
Brasileiros
|
|
Escrito por Renato Wolfenstein
|
|
Ter, 02 de Junho de 2009 14:06 |
|
A mocinha vai à Igreja se confessar:
— Padre, eu transei com meu namorado. — Tudo bem, isso não é mais pecado. — Eu sei, seu padre, mas eu também dei a bundinha. — Bom... aí coisa muda de figura. Eu vou até a sacristia verificar qual é a penitencia e já volto.
Passaram alguns minutos e nada do padre voltar. A garota começou a ficar preocupada com a penitencia e saiu do confessionário. Nesse meio tempo,entra um gaúcho macho, de Pelotas, para se confessar.
O padre volta e não percebendo que a garota havia saído diz:
— Deixe-me ver aqui na lista... A pena para quem dá a bundinha é 100 Pai-Nossos e 50 Ave-Marias.
E o gaúcho responde:
— A pena até que é justa... Mas bah, tchê! Além de padre, tu também és vidente?
|
600
(2 votos, média de 3.00 em 5)
|
Piadagem -
Brasileiros
|
|
Escrito por Renato Wolfenstein
|
|
Dom, 25 de Janeiro de 2009 14:07 |
|
Uma família de caipiras está de férias em São Paulo. Um dia, o pai leva o filho a um luxuoso e enorme edifício. Eles estão impressionados com tudo o que vêem, especialmente com o elevador num canto do corredor. O filho pergunta:
— O que é aquilo, pai? — Filhão, eu nunca vi coisa parecida na minha vida, não sei o que é!
Enquanto pai e filho observam estupefatos, uma velhinha enrugada, sentada numa cadeira de rodas, chega perto das duas pequenas paredes que se movem e aperta o botão. As paredes abrem e ela se arrasta para dentro do pequeno quarto. As paredes se fecham, e o pai e o filho vêem o pequeno semi-circulo de luzes acima das paredes se acender. Eles continuaram assistindo impressionados a contagem de números, e as luzes que se acendiam e apagavam agora em contagem inversa. As paredes se abrem novamente, e uma jovem gostosa e elegante, de uns 18 anos de idade, sai andando. O pai vira para o filho e diz:
— Vá correndo buscar sua mãe, essa máquina faz milagres!
|
599
(1 voto, média de 3.00 em 5)
|
Piadagem -
Brasileiros
|
|
Escrito por Renato Wolfenstein
|
|
Dom, 25 de Janeiro de 2009 13:59 |
|
Certo dia um empresário viajava pelo interior e ao ver um peão tocando umas vacas parou para lhe fazer algumas perguntas.
— Estou pensando em entrar para o ramo da pecuária será que você poderia me passar umas informações? — Craro, uai! — As vacas dão muito leite? — Quar qui u senhor qué saber? As máiada ou as marrom? — Pode ser as malhadas. — Dá uns 12 litro por dia. — E as marrons? — Também, uns 12 litro por dia!
O empresário pensou um pouco e logo tornou a perguntar:
— Elas comem o que? — Quar? As máiada ou as marrom? — Sei lá, pode ser as marrons! — As marrom come pasto i sar. — Hum! E as malhadas? — Também come pasto i sar.
O empresário sem conseguir esconder a sua irritação, disparou:
— Escuta aqui, meu amigo! Por que toda vez que eu te pergunto alguma coisa sobre as vacas você me diz se quero saber das malhadas ou das marrons sendo que é tudo a mesma resposta?
E o matuto responde:
— É que as máiada são minha! — E as marrons? — Também são minha, uai!
|
|
Piadagem -
Brasileiros
|
|
Escrito por Renato Wolfenstein
|
|
Qua, 21 de Janeiro de 2009 14:30 |
|
— Hummm.... — Hummm... — Eca! — Eca? Quem falou Eca? — Fui eu, sô! O senhor num acha que esse vinho tá com um gostim estranho? — Que é isso?! Ele lembra frutas secas adamascadas, com leve toque de trufas brancas, revelando um retrogosto persistente, mas sutil, que enevoa as papilas de lembranças tropicais atávicas... — Putaqueopariu! E o senhor cheirou isso tudo aí no copo, sô? — Claro! Sou um enólogo laureado. E o senhor? — Cebesta, eu não! Sou isso não senhor!!! Mas que isso aqui tá me cheirando iguarzinho à minha egüinha Gertrudes depois da chuva, lá isso tá! — Ai, que heresia! Valei-me São Mouton Rothschild! — O senhor me desculpe, mas eu vi o senhor sacudindo o copo e enfiando o narigão lá dentro. O senhor tá gripado, é? — Não, meu amigo, são técnicas internacionais de degustação, entende? Caso queira, posso ser seu mestre na arte enológica. O senhor aprenderá como segurar a garrafa, sacar a rolha, escolher a taça, deitar o vinho e, então,... — E antão molhar o biscoito, né? Tô fora, seu frutinha adamascada!!! — O querido não entendeu. O que eu quero é introduzi-lo no... — Mas num vai introduzir mas é nunca! Desafasta, coisa ruim! — Calma! O senhor precisa conhecer nosso grupo de degustação. Hoje, por exemplo, vamos apreciar uns franceses jovens... — Hã-hã... eu sabia que tinha francês nessa história lazarenta... — O senhor poderia começar com um Beaujolais! — Num beijo lé, nem beijo lá! Eu só é homem, safardana! — Então, que tal um mais encorpado? — Óia lá, ocê tá brincando com fogo... — Ou, então, um suave fresco! — Seu moço, tome tento, que a minha mão já tá coçando de vontade de lhe meter-lhe a mão na sua cara desavergonhada!!! — Já sei: iniciemos com um brut, curto e duro. O senhor vai gostar! — Num vô não, fio de um cão! Mas num vô, mermo!!! Num é questão de tamanho e firmeza, não, seu fióte de brabuleta. Meu negócio é outro, qui inté rima com brabuleta... — Então, vejamos, que tal um aveludado e escorregadio? — E que tal a mão no pédouvido, hein, seu fióte de Belzebu? — Pra que esse nervosismo todo? Já sei, o senhor prefere um duro e macio, acertei? — Eu vou acertar é um tapão nas suas venta, cão sarnento!!! Engolidor de rolha!!! — Mole e redondo, com bouquet forte? — Agora, ocê pulou o corguinho!!! E é um... e é dois... e é trêis!!! Num corre, não, fiodaputa! Vorta aqui que eu te arrebento, seu bicha fedorento!!!...
|
|
Piadagem -
Brasileiros
|
|
Escrito por Renato Wolfenstein
|
|
Dom, 19 de Outubro de 2008 15:01 |
|
Dois casais, um de cariocas e outro de paulistas, estavam jogando cartas e uma carta caiu embaixo da mesa. O carioca se abaixou para pegar a carta e deu uma olhadela na mulher do paulista por baixo da mesa. Ela estava sem calcinha e com a 'perseguida' à mostra. Alguns segundos depois o carioca, suando levantou para tomar água e a mulher do paulista, disfarçando, foi atrás dele.
Chegando na cozinha ela perguntou:
— E aí? O que achou? — perguntou a mulher. — Maravilhosa! — respondeu o carioca. — Qualquer 1000 reais e a gente conversa — disparou a paulista safada. — Tudo bem é só dizer quando! — Amanhã a tarde ele não vai estar em casa você pode ir lá. — Combinado!
No outro dia a tarde o carioca chegou na hora marcada pagou os 1000 reais e mandou ver na mulher do paulista.
No fim da tarde o paulista chegou do trabalho e perguntou à mulher:
— O carioca esteve aqui de tarde? — Sim — respondeu a mulher assustada. — Deixou 1000 reais? — Sim — respondeu a mulher completamente apavorada. — Ufa! Que alívio! Aquele carioca filho da puta esteve no meu escritório pela manhã, me pediu 1000 reais emprestado e disse que passava aqui hoje à tarde sem falta para me pagar.
|
|
Piadagem -
Brasileiros
|
|
Escrito por Renato Wolfenstein
|
|
Dom, 07 de Setembro de 2008 13:59 |
|
Os dois cumpades pitavam um cigarrim de paia e proseavam. Um deles pregunta:
— Ô cumpadi! Cumé que chama mermo aquela coisa que as muié tem (faz um sinal cas duas mão), quentim, cabeludim, que a gente gosta dimais da conta, vremêia e que come terra?
— Uái sô! — O cumpade óia para o sinal das duas mãos do otro cumpade e excrama! — Quentim... Vermêia... A gente gosta... cumpade? Uái sô! Só pode ser xoxota. Mas eu num sabia que comia terra, sô!
O outro, dá uma pitada no cigarrim de paia e diz.:
— Pois come, cumpadi. Só di mim, cumeu três fazenda.
|
|