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Piadagem - Políticas
Assim como acontece com a categoria Religião, não importa o partido político; se é de esquerda, direita ou centro; liberal ou conservador. O que importa é que o banco Real dá 10 dias sem juros no cheque especial.

A morte de Garotinho
(2 votos, média de 5.00 em 5)
Piadagem - Políticas
Escrito por Renato Wolfenstein   
Qui, 23 de Setembro de 2010 11:47

Garotinho morreu.

Deus e o Diabo brigaram, porque nenhum dos dois quer ficar com ele.

Depois de muita briga, decidiram que se alternasse um mês no céu e outro no inferno.

No 1° mês, Garotinho foi para o céu: bagunçou tudo. Atrapalhou todos os elementos de oração e da liturgia. Dissolveu o sistema de assessoria pessoal dos anjos, tentou formar uma coligação de maioria absoluta na base da compra de votos. Subornou as nuvens. Transferiu um km quadrado do céu ao inferno. Nomeou arcanjos provisórios aos milhares. Interveio nas comunicações aos Santos. Trocou as placas das portas de São Pedro. Enviou um projeto de lei aos apóstolos para reformar os Dez Mandamentos. Quis dar anistia a Lúcifer. Chamou todos os santos e anjos de ladrões. O céu virou um caos. As pessoas não o suportaram mais e promoveram piquetes e invasões. Deus não viu a hora de chegar o fim do mês para mandá-lo para o inferno.

Quando Garotinho finalmente se foi, Deus respirou aliviado. Mas lá pelo dia 20, começou a sofrer novamente pensando que em 10 dias teria de voltar a vê-lo. No primeiro dia do mês seguinte, nada aconteceu. No 5° dia, ainda sem notícias, Deus estava feliz, mas logo começou a pensar que, tendo passado mais tempo no inferno, Garotinho poderia querer passar dois meses seguidos no Paraíso. Desesperado com a mera noção, Deus decidiu chamar o inferno por telefone para perguntar ao diabo o que estava acontecendo. Quando um empregado do diabo atendeu, Deus perguntou:

— Por favor, posso falar com o demônio?

— Qual dos dois? O vermelho com chifres ou o filho da puta nanico?

 
Quase lá
(3 votos, média de 5.00 em 5)
Piadagem - Políticas
Escrito por Renato Wolfenstein   
Sex, 14 de Maio de 2010 13:02

Quando o Papa João Paulo II veio ao Brasil pela primeira vez, nós estávamos em transição do regime militar para a democracia. O Presidente era João Batista de Oliveira Figueiredo. O Papa perguntou ao Presidente o motivo de ter tantos ministros, ao que obteve como resposta:

- Santidade, Jesus não tinha 12 apóstolos? Eu tenho 12 ministros (fato verídico).

Agora, quando o Papa Bento XVI retornar ao Brasil e perguntar ao Lula para que 36 ministros, o molusco, certamente, responderá:

- Veza bem, cumpanhêro santidade... Ali Babá num tinha 40 ladrões? Eu tô quase lá!

 
Filósofo grego
Piadagem - Políticas
Escrito por Renato Wolfenstein   
Seg, 06 de Outubro de 2008 17:25
A professora pergunta:

— Joãozinho, quem foi o filósofo grego autor da frase "Só sei que nada sei"?

— PQP, professora! Vai dizer agora que o Lula é grego!
 
A vidente
Piadagem - Políticas
Escrito por Renato Wolfenstein   
Seg, 04 de Dezembro de 2006 13:57
A vidente se concentra, fecha os olhos e fala:

— Vejo o senhor passando em uma avenida em carro aberto e uma multidão acenando.

Lula sorri e pergunta:

— Essa multidão está feliz?
— Sim, feliz como nunca!
— E eles estão correndo atrás do carro?
— Sim, por toda a volta do carro. Os batedores estão tendo dificuldades em abrir caminho.
— Eles carregam bandeiras?
— Sim, bandeiras do Brasil, e faixas com palavras de esperança e de um futuro em breve melhor.
— Eles gritam, cantam?
— Gritam frases de esperança: "Agora sim!!! Agora vai melhorar!!!"
— E eu, como estou reagindo?
— Não dá pra ver.
— E por que não?
— Porque o caixão está lacrado...
 
Xícra ou Culé?
(1 voto, média de 2.00 em 5)
Piadagem - Políticas
Escrito por Renato Wolfenstein   
Seg, 02 de Outubro de 2006 16:18
Durante uma visita a um manicômio, Lula, como sempre muito político, culto e polido, pergunta ao diretor pausadamente:

— Companheiro Diretor, qual é o critério utilizado para definir se um paciente está curado ou não?

— Bem, — disse o diretor — nós enchemos uma banheira e oferecemos uma xícara e uma colher de chá ao paciente, e pedimos para ele esvaziar a banheira.

— Ahhhh... já entendi companheiro. — disse Lula de improviso — Uma pessoa normal escolhe a xícra que é mais grande que a culé.

— Não, Sr. Presidente! — responde o diretor — Uma pessoa normal tira a tampa do ralo.
 
Apenas duas virtudes
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Escrito por Renato Wolfenstein   
Qua, 27 de Setembro de 2006 17:40
Quando Deus fez o mundo, para que os homens prosperassem decidiu dar-lhes apenas duas virtudes. Assim,

— Aos Suíços os fez organizados e respeitadores da lei.

— Aos Ingleses, corajosos e estudiosos.

— Aos Japoneses, trabalhadores e disciplinados.

— Aos Italianos, alegres e românticos.

— Aos Franceses, cultos e finos.

— Aos Brasileiros, inteligentes, honestos e petistas.

O anjo anotou, mas logo em seguida, cheio de humildade e de medo, indagou:

— Senhor, a todos os povos do mundo foram dadas duas virtudes, porém, aos brasileiros foram dadas três! Isto não os fará soberbos em relação aos outros povos da terra?

— Muito bem observado, bom anjo! — exclamou o Senhor. — Isto é verdade! Façamos então uma correção! De agora em diante, os brasileiros, povo do meu coração, manterão estas três virtudes, mas nenhum deles poderá utilizar mais de duas simultaneamente, como os outros povos! Assim, o que for petista e honesto, não pode ser inteligente. O que for petista e inteligente, não pode ser honesto. E o que for inteligente e honesto, não pode ser petista.

Palavras do Senhor...
 
A estátua mágica
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Escrito por Renato Wolfenstein   
Ter, 06 de Junho de 2006 11:03
Um cidadão entra numa loja de artigos diversos e vê a estátua de um rato. Ele gosta da estátua e pergunta o preço ao vendedor.

— São 50 reais pela estátua e 1000 reais pela história dela.
— Eu não quero a história. Vou levar somente a estátua.

E sai contente da loja com a estátua do rato embaixo do braço. De repente ele olha para os lados e vê ratos saindo de esgotos e o seguindo. Ele começa a correr e logo percebe que todos os ratos da cidade estão correndo atrás da estátua do rato que está nos seus braços. Desesperado e sem saída ele chega ao cais e joga a estátua dentro da água. Logo todos os ratos pulam atrás da estátua e morrem afogados.

O homem volta a loja, e o vendedor pergunta:

— Voltou pra comprar a história da estátua?

Ele responde:

— Não... voltei pra perguntar se você tem estátua de deputados mas se não tiver, serve de vereadores!
 
Rainha Elizabeth
Piadagem - Políticas
Escrito por Renato Wolfenstein   
Seg, 29 de Maio de 2006 16:29
A rainha Elizabeth costuma ir todos os anos ao hospital de veteranos. Escolhe uma enfermaria e conversa com os que estão ali internados. Assim é sempre. Naquele ano, foi escolhida a enfermaria B, um vasto corredor com 100 camas alinhadas, lado a lado. A rainha começou pela cama mais próxima da porta. Perguntou:

— Qual seu nome?
— Joe Smith.
— Qual seu padecimento?
— Hemorróidas.
— Qual seu tratamento?
— Pinceladas de mercúrio...
— Qual seu maior desejo?
— Vida longa para Vossa Majestade.

Ela cumprimenta o doente e parte para a segunda cama onde ocorre o mesmo diálogo: nome, doença de que sofre e tratamento. Por coincidência, com exceção do nome, as respostas coincidem, todos têm hemorróidas e todos são tratados com pinceladas de mercúrio. Ela já estava farta de hemorróidas, mas seguiu pelas camas restantes, repetindo-se, até que na centésima cama:

— Qual seu nome?
— Joseph, majestade.
— Qual seu padecimento?
— Amígdalas inflamadas.
— Qual seu tratamento?
— Pinceladas de mercúrio...
— Qual seu maior desejo?
— Um pincel só para mim.
 


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