Hora de discutir a relação |
| Piadagem - Relacionamentos |
| Escrito por Renato Wolfenstein |
| Sex, 12 de Setembro de 2008 16:58 | |||
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Diálogo que se passa durante um momento especial na transa de um casal. — Vai, enfia no meu cuzinho! — Tô tentando. — Como assim tá tentando? — É que não tá bem duro. — Não tá bem duro? Vinte anos me enchendo o saco, pedindo: "Deixa eu botar no seu cuzinho" e quando eu deixo você me diz que não tá bem duro? — Acho que foi a emoção. Deixa eu tentar de novo. — Então, vem, mete tudo! — Eu tô quase conseguindo. Abre um pouquinho. — Abrir o quê? — O cuzinho. — Mas você sempre disse que queria botar no cu porque era mais apertado e agora me pede pra abrir? — Como é que eu vou abrir o meu cu? — Relaxando, porra! — Eu tô relaxada até demais. Você é que tá nervoso com a sua meia bomba. — O que é isso? Onde você aprendeu a falar assim? — Falar o quê? Meia bomba? Todo mundo fala meia bomba! — Não a minha esposa. Isso é coisa de mulher que tem amante. — Pois fique sabendo que eu já falava meia bomba muito antes de ter um amante. — O quê? Você tem um amante? — É isso aí. Tá mais do que na hora de botar as cartas na mesa. Nosso casamento já era. — Você enlouqueceu? Que papo é esse de uma hora pra outra? — De uma hora pra outra, nada! A gente sabe que o nosso casamento é um defunto que esqueceu de cair. Nossa filha já tem dezoito anos e eu vou embora com ela. — Não vai embora porra nenhuma. Primeiro vai me explicar: que história é essa de amante? Há quanto tempo você tem um amante? — Dois meses. — É o primeiro? — É. — Você deu o cu pra ele? — Dei. — Ah! Então é por isso que depois de vinte anos você resolveu liberar pra mim? — É! É isso! Agora com licença que eu vou me mandar. — Espera! Isso não pode acabar assim. — Pode e vai. O nosso casamento já era. — Não. Eu tô falando do seu cu. — O que tem o meu cu? — Eu quero comer. Depois de vinte anos eu tenho direito. — De que jeito você vai comer o meu cu? Você tá broxa. — Broxa, não, hein!? Sou corno, mas não sou broxa! — Você? Corno? Corno que corneia não é corno. — Quem disse que eu te corneio? — Cinismo numa hora dessas? Já não bastam os vinte anos de hipocrisia que passamos nesse quarto? — Tudo bem. Eu admito. Eu arrumei uma amante nos últimos meses. — Nos últimos meses? Você tem um caso com essa mulher há anos. Eu sei, nossa filha sabe, o namorado da nossa filha sabe, todo mundo sabe. — Ah! E eu sou sempre o último a saber o que vocês sabem! — Essa é boa! Você é a vítima agora. Pelo menos ela te dava o cu? — Não. — Puta, mas tu é azarado, hein? — Ah, é? Então fica de quatro que eu vou te mostrar o azarado. — Pronto! Tô de quatro. Vem logo. — Com terrorismo não vai dar. Você bem que podia gemer um pouquinho. — Ai, meu Deus! Tá bom, então. Fode o meu cuzinho. Vem, enfia essa pica grossa no meu rabo. Eu quero sentir esse caralhão me arregaçando. Vem! — Você fala essas coisas pro seu amante? — Escuta aqui! Come logo essa porra desse cu que eu preciso ir embora. — Ah, é assim? Tá de encontro marcado com o amante? — Vai querer ou não? — Tá bom. Tá bom. É que tá seco. Você bem que podia dar uma chupadinha. — Eu é que não vou chupar essa lombriga mole. Dá uma cuspida e vai logo. — Olha, vamos combinar uma coisa. Você vai preparando as suas malas enquanto eu relaxo um pouquinho. Depois você volta aqui e a gente liqüida a fatura. — Minhas malas já estão prontas. — Porra! Me apunhalando pelas costas! — Pobre vítima indefesa! Agora com licença que eu tenho que ir embora. — Espera. A gente precisa discutir melhor a nossa relação. — Não me faça rir. — A gente tem muitas responsabilidades em comum. — Por exemplo? — Por exemplo a educação da nossa filha. — Você nunca se preocupou com isso. — Nunca é tarde pra começar. Ela já tá uma moça e tem um comportamento que me deixa cheio de dúvidas. — Que dúvidas? — Será que a nossa filha dá o cu pro namorado? — Ah! Vá se foder! Tchau!
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