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Piadagem - Trabalhadores

Renato WolfensteinEstão aqui reunidas as melhores piadas, contadas por Renato Wolfenstein, envolvendo os mais diversos tipos de profissionais e trabalhadores; e até mesmo de desempregados.

Em tempo: Você não tem nada mais importante pra fazer do que ficar lendo piada? Volte ao trabalho.



Na crise vale tudo Enviar por e-mail
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Piadagem - Trabalhadores
Escrito por Renato Wolfenstein   
Sábado, 17 Julho 2010 18:41

Uma famosa multinacional estava passando por um momento difícil e o chefe não teve outra saída: chamou sua equipe para uma conversa reservada.

— Eu sinto muito, sei que todos vocês são qualificados e ótimos funcionários. — introduziu ele — Mas vou ter que demitir um de vocês quatro.

— Com licença, chefe! — interrompeu o afro-brasileiro — Eu faço parte de uma minoria desfavorecida! Se o senhor me mandar embora, vai ser discriminação!

— O senhor pode me demitir. — alertou o mais velho — Mas eu vou entrar com uma ação de discriminação por idade que levará a empresa à falência!

— E eu sou mulher! — alega a única mulher do grupo — O senhor não pode escolher uma mulher entre três homens! Isso é discriminação sexual!

Os olhares voltam-se ao quarto empregado: um homem, jovem, saudável e branco.

— Gente! — diz ele, rapidamente — Eu nunca pensei que falaria isto, mas acabei de virar gay!

 
O eletricista do CTI Enviar por e-mail
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Piadagem - Trabalhadores
Escrito por Renato Wolfenstein   
Terça, 14 Julho 2009 22:38

O eletricista vai até a UTI de um hospital do SUS, olha para os pacientes ligados a diversos tipos de aparelhos, bate palmas e diz bem alto, pra ninguém dizer que não sabia :

— Atenção moçada! Vamo dá uma respirada bem fundo que eu preciso mudá um fusíve...

 
Secretária Novata Enviar por e-mail
(1 voto, média de 5.00 em 5)
Piadagem - Trabalhadores
Escrito por Renato Wolfenstein   
Terça, 03 Março 2009 16:09

O cara ligou para o escritório de seu amigo de infância e a secretária atendeu:

— Escritório do Dr. Mauro, bom dia...

— Bom dia, poderia falar com o Dr. Mauro?

No que a secretária responde:

— Olha senhor, no momento o Dr. Mauro está cagando.

O cara fica horrorizado, desliga o telefone e decide avisar ao Mauro como foi tratado pela secretária:

— Mauro, hoje de manhã, liguei para o seu escritório e sua secretária me disse que você estava cagando. Isso é um absurdo! Você é presidente de uma multinacional, trata com pessoas importantes, sua secretária deveria ter mais educação.

— Flávio, muito obrigado pelo toque, vou falar com ela. Ela é novata, muito esforçada, com o tempo aprende.

Passado algum tempo, Flávio liga novamente para o escritório e novamente a secretária atende:

— Escritório do Dr. Mauro, bom dia.

— Bom dia, poderia falar com o Dr. Mauro?

No que a secretária responde:

— No momento o Dr. Mauro está ocupado.

Flávio gostou da resposta, viu que a secretaria havia aprendido. Então ele perguntou:

— E ele vai demorar muito?

A secretária respondeu:

— Ah, do jeito que ele passou soltando puns por aqui, uns 40 minutos.

 
O Fotógrafo Enviar por e-mail
Piadagem - Trabalhadores
Escrito por Renato Wolfenstein   
Quarta, 21 Janeiro 2009 13:53

Em um determinado país foi criado um programa de incentivo à natalidade, pois o número de habitantes estava caindo e a proporção de idosos crescia assustadoramente. Necessitando de mão-de-obra, o governo decretou uma lei que obrigava os casais a terem um certo número de filhos. Previa também uma tolerância de cinco anos após o casamento, findos quais, o casal deveria ter pelo menos um pimpolho. Aos casais que no fim do prazo não conseguissem ter um filho, o governo destacaria um agente auxiliar para que a criança fosse gerada. Neste cenário se deu o seguinte diálogo entre um casal:


MULHER: Querido, completamos hoje 5 anos de casamento!
MARIDO: É... e infelizmente não tivemos nenhum filho.
MULHER: Será que eles vão mandar o tal agente?
MARIDO: Não sei... talvez mandem.
MULHER: E se ele vier?
MARIDO: Bem, eu não posso fazer nada.
MULHER: E eu, menos ainda...
MARIDO: Vou sair, já estou atrasado para o trabalho...

Logo após a saída do marido, bateram à porta: TOC, TOC, TOC!!!!
A mulher abriu e encontrou um homem de boa aparência à sua espera. Tratava-se de um fotógrafo que saiu para atender um chamado de uma família que queria fotografar sua criança recém-nascida,mas que por um engano, errara o endereço procurado. E o diálogo se seguiu:

FOTÓGRAFO: Bom dia! Eu sou...
MULHER: Ah, já sei! Pode entrar.
FOTÓGRAFO: Obrigado. Seu esposo está em casa?
MULHER: Não. Ele foi trabalhar.
FOTÓGRAFO: Presumo que esteja a par.
MULHER: Sim, ele já está sabendo de tudo. Eu também concordo.
FOTÓGRAFO: Ótimo. Então vamos começar.
MULHER: Mas já? Tão rápido...
FOTÓGRAFO: Preciso ser breve, pois tenho ainda 16 casas para visitar.
MULHER: Minha nossa! O senhor agüenta?
FOTÓGRAFO: O segredo é que eu gosto do meu trabalho, me dá muito prazer!
MULHER: Então vamos começar. Como faremos?
FOTÓGRAFO: Permita-me sugerir: uma no quarto, duas no tapete, duas no sofá.
MULHER: Serão necessárias tantas?
FOTÓGRAFO: Bem, talvez possamos acertar na mosca já na primeira tentativa...
MULHER: O senhor já visitou alguma casa neste bairro?
FOTÓGRAFO: Não, mas tenho comigo algumas amostras do meu trabalho (e mostrou algumas fotos de crianças). Não são lindas?
MULHER: Como são belos estes bebês! Foi o senhor mesmo quem fez?
FOTÓGRAFO: Sim. Veja esta aqui, por exemplo, foi conseguida na porta do supermercado.
MULHER: Que horror! O senhor não acha muito público?
FOTÓGRAFO: Sim, mas a mãe queria muita publicidade.
MULHER: Eu não teria coragem!!!
FOTÓGRAFO: Esta aqui foi em cima do ônibus.
MULHER: Cruzes!!!
FOTÓGRAFO: Foi um dos serviços mais difíceis que já fiz.
MULHER: Claro, eu imagino!
FOTÓGRAFO: Esta foi feita no inverno, em um parque de diversões.
MULHER: Credo! Como o senhor conseguiu? Não sentiu frio?
FOTÓGRAFO: Não foi fácil! Como se não bastasse a neve caindo, tinha um a multidão em volta. Quase não consegui acabar.
MULHER: Ainda bem que sou discreta, e não quero ninguém nos olhando.
FOTÓGRAFO: Ótimo, eu também prefiro assim. Agora, se me dá licença, eu preciso armar o tripé.
MULHER: Tripé??!!
FOTÓGRAFO: Sim madame, pois o aparelho, além de pesado, depois de armado mede quase um metro.

A mulher desmaiou ...

 
Lenhador Enviar por e-mail
Piadagem - Trabalhadores
Escrito por Renato Wolfenstein   
Quarta, 21 Janeiro 2009 13:42
O sujeito se apresenta para um emprego de lenhador numa empresa desmatadora da Amazônia, se gabando de ser o melhor lenhador do mundo. O entrevistador olha para a sua figura meio franzina e pergunta desconfiado:

— Aonde o senhor já trabalhou como lenhador?
— No Sahara
— Mas o Sahara é um deserto.
— Agora é.
 
Preenchendo a ficha na agência de empregos Enviar por e-mail
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Piadagem - Trabalhadores
Escrito por Renato Wolfenstein   
Quinta, 13 Novembro 2008 21:23

Durante a entrevista de emprego...


— Sexo?

— 3 vezes por semana

— Não... eu quero dizer masculino ou feminino.

— Não importa.

 
Erro de comunicação Enviar por e-mail
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Piadagem - Trabalhadores
Escrito por Renato Wolfenstein   
Quinta, 13 Novembro 2008 21:19

O sujeito entra num bar, senta-se a uma mesa e logo um garçom aparece para atendê-lo.


— Boa noite, o que o senhor toma?

— Eu tomo vitamina C pela manhã, o ônibus para ir ao serviço e uma aspirina quando tenho dor de cabeça.

— Desculpe, mas acho que não fui claro. Eu quis dizer o que é que o senhor gostaria?

— Ah! Tudo bem! Eu gostaria de ter uma Ferrari, de comer uma bailarina do Faustão e mandar a minha sogra para o inferno.

— Não é nada disso, meu senhor! – continuou o garçom, ainda calmo – Eu só gostaria de saber o que o senhor deseja beber.

— Ah! É isso? Bem... o que é que você tem?

— Eu? Nada, não! Só estou um pouco chateado porque o meu time perdeu pro Gama!

 
O Pianista Enviar por e-mail
Piadagem - Trabalhadores
Escrito por Renato Wolfenstein   
Segunda, 03 Novembro 2008 09:21

Na boate, à luz mortiça local, um pianista dedilha preguiçosamente ao piano, velhas canções.


A seu lado de pé, um homem, copo na mão o ouve atentamente. A cada canção, marejam os olhos do homem. A um dado momento, ele chora copiosamente.

— O senhor deve gostar muito de algumas das canções que estou tocando. Elas lhe lembram de alguém?

— Não, não nada disso. Eu sou professor de piano.

 


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