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Piadagem -
Trabalhadores
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Escrito por Godofredo Alfredo
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Seg, 18 de Abril de 2011 12:38 |
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Um cara, andando pelas ruas de Las Vegas vê uma figura maravilhosa. Ele inicia uma conversa amigável e acaba fazendo a grande pergunta:
— Quanto você cobra?
— U$500 a punheta.
— O quê? U$00 por uma punheta? Não pode ser! Nenhuma punheta vale tanto dinheiro!
A puta lhe pergunta:
— Você está vendo aquele restaurante na esquina?
— Sim.
— Você está vendo aquele outro restaurante na outra esquina?
— Sim.
— E aquele outro, na outra quadra?
— Sim!
— Bem, eles são meus porque eu bato uma punheta que valem U$ 500. O cara pensa: "Que merda ! A gente só vive uma vez. Vou nessa!"
Eles entram num motel ali perto.
Dali a pouco ele senta na cama e vê que acabou de ter a melhor punheta do mundo e que valeram os U$500. Ele está tão impressionado que diz:
— Um boquete deve ser uns U$1.000 ?
— Não, U$3.000.
Ele, em completo estado de choque, diz:
— Não é possível ! Um boquete não pode custar U$3.000. Nem o Bispo Macedo pagaria isso por um boquete. A puta responde:
— Venha até a janela, bonitão. Você está vendo aquele cassino ali? Aquele cassino é meu. E ele é meu porque eu faço um boquete que vale U$ 3.000. O cara pensa na punheta e no gozo fantástico e decide adiar a troca do carro pro ano seguinte.
— Vamos nessa!
Dez minutos depois, ele está sentado na cama, mais maravilhado ainda. Ele mal consegue acreditar, mas valeu cada centavo de seu dinheiro. Ele decide, então, meter a mão na poupança por uma experiência inesquecível. Pergunta a ela então:
— E quanto é a xoxotinha, U$5.000, 6.000, 7.000? Eu pago! A puta responde:
— Venha até a janela. Você está vendo toda a cidade de Las Vegas? Com todas as suas luzes brilhantes, cassinos, hotéis maravilhosos, casas de show e restaurantes?
— Maldição! — Responde o cara. — Você é dona de tudo?
— Não, mas seria se eu tivesse uma xoxotinha!
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Escrito por Renato Wolfenstein
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Sáb, 17 de Julho de 2010 18:41 |
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Uma famosa multinacional estava passando por um momento difícil e o chefe não teve outra saída: chamou sua equipe para uma conversa reservada.
— Eu sinto muito, sei que todos vocês são qualificados e ótimos funcionários. — introduziu ele — Mas vou ter que demitir um de vocês quatro.
— Com licença, chefe! — interrompeu o afro-brasileiro — Eu faço parte de uma minoria desfavorecida! Se o senhor me mandar embora, vai ser discriminação!
— O senhor pode me demitir. — alertou o mais velho — Mas eu vou entrar com uma ação de discriminação por idade que levará a empresa à falência!
— E eu sou mulher! — alega a única mulher do grupo — O senhor não pode escolher uma mulher entre três homens! Isso é discriminação sexual!
Os olhares voltam-se ao quarto empregado: um homem, jovem, saudável e branco.
— Gente! — diz ele, rapidamente — Eu nunca pensei que falaria isto, mas acabei de virar gay!
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Escrito por Renato Wolfenstein
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Ter, 14 de Julho de 2009 22:38 |
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O eletricista vai até a UTI de um hospital do SUS, olha para os pacientes ligados a diversos tipos de aparelhos, bate palmas e diz bem alto, pra ninguém dizer que não sabia :
— Atenção moçada! Vamo dá uma respirada bem fundo que eu preciso mudá um fusíve...
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Escrito por Renato Wolfenstein
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Ter, 03 de Março de 2009 16:09 |
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O cara ligou para o escritório de seu amigo de infância e a secretária atendeu:
— Escritório do Dr. Mauro, bom dia...
— Bom dia, poderia falar com o Dr. Mauro?
No que a secretária responde:
— Olha senhor, no momento o Dr. Mauro está cagando.
O cara fica horrorizado, desliga o telefone e decide avisar ao Mauro como foi tratado pela secretária:
— Mauro, hoje de manhã, liguei para o seu escritório e sua secretária me disse que você estava cagando. Isso é um absurdo! Você é presidente de uma multinacional, trata com pessoas importantes, sua secretária deveria ter mais educação.
— Flávio, muito obrigado pelo toque, vou falar com ela. Ela é novata, muito esforçada, com o tempo aprende.
Passado algum tempo, Flávio liga novamente para o escritório e novamente a secretária atende:
— Escritório do Dr. Mauro, bom dia.
— Bom dia, poderia falar com o Dr. Mauro?
No que a secretária responde:
— No momento o Dr. Mauro está ocupado.
Flávio gostou da resposta, viu que a secretaria havia aprendido. Então ele perguntou:
— E ele vai demorar muito?
A secretária respondeu:
— Ah, do jeito que ele passou soltando puns por aqui, uns 40 minutos.
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Escrito por Renato Wolfenstein
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Qua, 21 de Janeiro de 2009 13:53 |
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Em um determinado país foi criado um programa de incentivo à natalidade, pois o número de habitantes estava caindo e a proporção de idosos crescia assustadoramente. Necessitando de mão-de-obra, o governo decretou uma lei que obrigava os casais a terem um certo número de filhos. Previa também uma tolerância de cinco anos após o casamento, findos quais, o casal deveria ter pelo menos um pimpolho. Aos casais que no fim do prazo não conseguissem ter um filho, o governo destacaria um agente auxiliar para que a criança fosse gerada. Neste cenário se deu o seguinte diálogo entre um casal:
MULHER: Querido, completamos hoje 5 anos de casamento! MARIDO: É... e infelizmente não tivemos nenhum filho. MULHER: Será que eles vão mandar o tal agente? MARIDO: Não sei... talvez mandem. MULHER: E se ele vier? MARIDO: Bem, eu não posso fazer nada. MULHER: E eu, menos ainda... MARIDO: Vou sair, já estou atrasado para o trabalho...
Logo após a saída do marido, bateram à porta: TOC, TOC, TOC!!!! A mulher abriu e encontrou um homem de boa aparência à sua espera. Tratava-se de um fotógrafo que saiu para atender um chamado de uma família que queria fotografar sua criança recém-nascida,mas que por um engano, errara o endereço procurado. E o diálogo se seguiu:
FOTÓGRAFO: Bom dia! Eu sou... MULHER: Ah, já sei! Pode entrar. FOTÓGRAFO: Obrigado. Seu esposo está em casa? MULHER: Não. Ele foi trabalhar. FOTÓGRAFO: Presumo que esteja a par. MULHER: Sim, ele já está sabendo de tudo. Eu também concordo. FOTÓGRAFO: Ótimo. Então vamos começar. MULHER: Mas já? Tão rápido... FOTÓGRAFO: Preciso ser breve, pois tenho ainda 16 casas para visitar. MULHER: Minha nossa! O senhor agüenta? FOTÓGRAFO: O segredo é que eu gosto do meu trabalho, me dá muito prazer! MULHER: Então vamos começar. Como faremos? FOTÓGRAFO: Permita-me sugerir: uma no quarto, duas no tapete, duas no sofá. MULHER: Serão necessárias tantas? FOTÓGRAFO: Bem, talvez possamos acertar na mosca já na primeira tentativa... MULHER: O senhor já visitou alguma casa neste bairro? FOTÓGRAFO: Não, mas tenho comigo algumas amostras do meu trabalho (e mostrou algumas fotos de crianças). Não são lindas? MULHER: Como são belos estes bebês! Foi o senhor mesmo quem fez? FOTÓGRAFO: Sim. Veja esta aqui, por exemplo, foi conseguida na porta do supermercado. MULHER: Que horror! O senhor não acha muito público? FOTÓGRAFO: Sim, mas a mãe queria muita publicidade. MULHER: Eu não teria coragem!!! FOTÓGRAFO: Esta aqui foi em cima do ônibus. MULHER: Cruzes!!! FOTÓGRAFO: Foi um dos serviços mais difíceis que já fiz. MULHER: Claro, eu imagino! FOTÓGRAFO: Esta foi feita no inverno, em um parque de diversões. MULHER: Credo! Como o senhor conseguiu? Não sentiu frio? FOTÓGRAFO: Não foi fácil! Como se não bastasse a neve caindo, tinha um a multidão em volta. Quase não consegui acabar. MULHER: Ainda bem que sou discreta, e não quero ninguém nos olhando. FOTÓGRAFO: Ótimo, eu também prefiro assim. Agora, se me dá licença, eu preciso armar o tripé. MULHER: Tripé??!! FOTÓGRAFO: Sim madame, pois o aparelho, além de pesado, depois de armado mede quase um metro.
A mulher desmaiou ...
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Escrito por Renato Wolfenstein
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Qua, 21 de Janeiro de 2009 13:42 |
O sujeito se apresenta para um emprego de lenhador numa empresa desmatadora da Amazônia, se gabando de ser o melhor lenhador do mundo. O entrevistador olha para a sua figura meio franzina e pergunta desconfiado:
— Aonde o senhor já trabalhou como lenhador? — No Sahara — Mas o Sahara é um deserto. — Agora é.
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Escrito por Renato Wolfenstein
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Qui, 13 de Novembro de 2008 21:23 |
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Durante a entrevista de emprego...
— Sexo?
— 3 vezes por semana
— Não... eu quero dizer masculino ou feminino.
— Não importa.
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Escrito por Renato Wolfenstein
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Qui, 13 de Novembro de 2008 21:19 |
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O sujeito entra num bar, senta-se a uma mesa e logo um garçom aparece para atendê-lo.
— Boa noite, o que o senhor toma?
— Eu tomo vitamina C pela manhã, o ônibus para ir ao serviço e uma aspirina quando tenho dor de cabeça.
— Desculpe, mas acho que não fui claro. Eu quis dizer o que é que o senhor gostaria?
— Ah! Tudo bem! Eu gostaria de ter uma Ferrari, de comer uma bailarina do Faustão e mandar a minha sogra para o inferno.
— Não é nada disso, meu senhor! – continuou o garçom, ainda calmo – Eu só gostaria de saber o que o senhor deseja beber.
— Ah! É isso? Bem... o que é que você tem?
— Eu? Nada, não! Só estou um pouco chateado porque o meu time perdeu pro Gama!
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