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Piadagem -
Trabalhadores
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Escrito por Renato Wolfenstein
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Terça, 14 Julho 2009 22:38 |
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O eletricista vai até a UTI de um hospital do SUS, olha para os pacientes ligados a diversos tipos de aparelhos, bate palmas e diz bem alto, pra ninguém dizer que não sabia :
— Atenção moçada! Vamo dá uma respirada bem fundo que eu preciso mudá um fusíve...
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Escrito por Renato Wolfenstein
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Terça, 03 Março 2009 16:09 |
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O cara ligou para o escritório de seu amigo de infância e a secretária atendeu:
- Escritório do Dr. Mauro, bom dia...
- Bom dia, poderia falar com o Dr. Mauro?
No que a secretária responde:
- Olha senhor,- no momento o Dr. Mauro está cagando.
O cara fica horrorizado, desliga o telefone e decide avisar ao Mauro como foi tratado pela secretária:
- Mauro, hoje de manhã, liguei para o seu escritório e sua secretária me disse que você estava cagando. Isso é um absurdo! Você é presidente de uma multinacional, trata com pessoas importantes, sua secretária deveria ter mais educação.
- Flávio, muito obrigado pelo toque, vou falar com ela. Ela é novata, muito esforçada, com o tempo aprende.
Passado algum tempo, Flávio liga novamente para o escritório e novamente a secretária atende:
- Escritório do Dr. Mauro, bom dia.
- Bom dia, poderia falar com o Dr. Mauro?
No que a secretária responde:
- No momento o Dr. Mauro está ocupado.
Flávio gostou da resposta, viu que a secretaria havia aprendido.
Então ele perguntou:
- E ele vai demorar muito?
A secretária respondeu:
- Ah, do jeito que ele passou soltando puns por aqui, uns 40 minutos.
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Escrito por Renato Wolfenstein
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Quarta, 21 Janeiro 2009 13:53 |
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Em um determinado país foi criado um programa de incentivo à natalidade, pois o número de habitantes estava caindo e a proporção de idosos crescia assustadoramente. Necessitando de mão-de-obra, o governo decretou uma lei que obrigava os casais a terem um certo número de filhos. Previa também uma tolerância de cinco anos após o casamento, findos quais, o casal deveria ter pelo menos um pimpolho. Aos casais que no fim do prazo não conseguissem ter um filho, o governo destacaria um agente auxiliar para que a criança fosse gerada. Neste cenário se deu o seguinte diálogo entre um casal:
MULHER: Querido, completamos hoje 5 anos de casamento! MARIDO: É... e infelizmente não tivemos nenhum filho. MULHER: Será que eles vão mandar o tal agente? MARIDO: Não sei... talvez mandem. MULHER: E se ele vier? MARIDO: Bem, eu não posso fazer nada. MULHER: E eu, menos ainda... MARIDO: Vou sair, já estou atrasado para o trabalho...
Logo após a saída do marido, bateram à porta: TOC, TOC, TOC!!!! A mulher abriu e encontrou um homem de boa aparência à sua espera. Tratava-se de um fotógrafo que saiu para atender um chamado de uma família que queria fotografar sua criança recém-nascida,mas que por um engano, errara o endereço procurado. E o diálogo se seguiu:
FOTÓGRAFO: Bom dia! Eu sou... MULHER: Ah, já sei! Pode entrar. FOTÓGRAFO: Obrigado. Seu esposo está em casa? MULHER: Não. Ele foi trabalhar. FOTÓGRAFO: Presumo que esteja a par. MULHER: Sim, ele já está sabendo de tudo. Eu também concordo. FOTÓGRAFO: Ótimo. Então vamos começar. MULHER: Mas já? Tão rápido... FOTÓGRAFO: Preciso ser breve, pois tenho ainda 16 casas para visitar. MULHER: Minha nossa! O senhor agüenta? FOTÓGRAFO: O segredo é que eu gosto do meu trabalho, me dá muito prazer! MULHER: Então vamos começar. Como faremos? FOTÓGRAFO: Permita-me sugerir: uma no quarto, duas no tapete, duas no sofá. MULHER: Serão necessárias tantas? FOTÓGRAFO: Bem, talvez possamos acertar na mosca já na primeira tentativa... MULHER: O senhor já visitou alguma casa neste bairro? FOTÓGRAFO: Não, mas tenho comigo algumas amostras do meu trabalho (e mostrou algumas fotos de crianças). Não são lindas? MULHER: Como são belos estes bebês! Foi o senhor mesmo quem fez? FOTÓGRAFO: Sim. Veja esta aqui, por exemplo, foi conseguida na porta do supermercado. MULHER: Que horror! O senhor não acha muito público? FOTÓGRAFO: Sim, mas a mãe queria muita publicidade. MULHER: Eu não teria coragem!!! FOTÓGRAFO: Esta aqui foi em cima do ônibus. MULHER: Cruzes!!! FOTÓGRAFO: Foi um dos serviços mais difíceis que já fiz. MULHER: Claro, eu imagino! FOTÓGRAFO: Esta foi feita no inverno, em um parque de diversões. MULHER: Credo! Como o senhor conseguiu? Não sentiu frio? FOTÓGRAFO: Não foi fácil! Como se não bastasse a neve caindo, tinha um a multidão em volta. Quase não consegui acabar. MULHER: Ainda bem que sou discreta, e não quero ninguém nos olhando. FOTÓGRAFO: Ótimo, eu também prefiro assim. Agora, se me dá licença, eu preciso armar o tripé. MULHER: Tripé??!! FOTÓGRAFO: Sim madame, pois o aparelho, além de pesado, depois de armado mede quase um metro.
A mulher desmaiou ...
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Quarta, 21 Janeiro 2009 13:42 |
O sujeito se apresenta para um emprego de lenhador numa empresa desmatadora da Amazônia, se gabando de ser o melhor lenhador do mundo. O entrevistador olha para a sua figura meio franzina e pergunta desconfiado:
— Aonde o senhor já trabalhou como lenhador? — No Sahara — Mas o Sahara é um deserto. — Agora é.
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Escrito por Renato Wolfenstein
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Quinta, 13 Novembro 2008 21:23 |
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Durante a entrevista de emprego...
— Sexo?
— 3 vezes por semana
— Não... eu quero dizer masculino ou feminino.
— Não importa.
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Escrito por Renato Wolfenstein
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Quinta, 13 Novembro 2008 21:19 |
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O sujeito entra num bar, senta-se a uma mesa e logo um garçom aparece para atendê-lo.
— Boa noite, o que o senhor toma?
— Eu tomo vitamina C pela manhã, o ônibus para ir ao serviço e uma aspirina quando tenho dor de cabeça.
— Desculpe, mas acho que não fui claro. Eu quis dizer o que é que o senhor gostaria?
— Ah! Tudo bem! Eu gostaria de ter uma Ferrari, de comer uma bailarina do Faustão e mandar a minha sogra para o inferno.
— Não é nada disso, meu senhor! – continuou o garçom, ainda calmo – Eu só gostaria de saber o que o senhor deseja beber.
— Ah! É isso? Bem... o que é que você tem?
— Eu? Nada, não! Só estou um pouco chateado porque o meu time perdeu pro Gama!
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Escrito por Renato Wolfenstein
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Segunda, 03 Novembro 2008 09:21 |
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Na boate, à luz mortiça local, um pianista dedilha preguiçosamente ao piano, velhas canções.
A seu lado de pé, um homem, copo na mão o ouve atentamente. A cada canção, marejam os olhos do homem. A um dado momento, ele chora copiosamente.
— O senhor deve gostar muito de algumas das canções que estou tocando. Elas lhe lembram de alguém?
— Não, não nada disso. Eu sou professor de piano.
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Segunda, 03 Novembro 2008 09:16 |
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Um índio entra com toda calma no saloon, com uma escopeta numa mão e um balde de bosta na outra.
— "Cavalo Galopante" querer café.
O garçom lhe serve uma xícara, que ele esvazia num gole só.
A seguir joga o balde de bosta para cima, dá-lhe um tiro certeiro, espalha merda pra todo lado e vai embora.
Na manhã seguinte ele retorna ao saloon, pede outro café e pergunta porque ainda não limparam tudo.
O dono do bar corre imediatamente pro balcão e diz:
— Como é que é?! De jeito nenhum! A gente ainda nem conseguiu terminar de limpar a sua estripulia de ontem e você ainda tem a audácia de voltar aqui, sem nem ao menos dar uma explicação?
Então o índio explica:
— Mim fazer curso management. Querer virar executivo. E ontem fiz trabalho prático. Mim chegar de manhã, tomar café, espalhar merda e desaparecer resto do dia. Hoje cobrar resultado.
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