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Piadagem -
Turcos
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Escrito por Renato Wolfenstein
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Sex, 17 de Outubro de 2008 14:53 |
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Luiz Fuinha parou o caminhão na frente da loja do turco Mamede e disse a ele:
— Seu Mamede, tem aqui um caminhão de arroz sem nota, o preço é metade, o sinhô aceita? — Glaro que Mamede azeita — e vira-se para o filho — Calebinho, vai no esguina e ze abarezê o visgal vem gorreno bra vizá babai.
Começam a descarga e, no meio, aparece Calebinho correndo apavorado:
— Babai! Babai! Visgal vem vindo! — Bára dudo e volda garregá — grita Mamede.
Chega o fiscal:
— Venda grande não é seu Mamede? — Ôh, ôh! Melhó venda de ano gue Mamede feiz... — E isso aí tem nota? — Ainda num tem nota borguê Mamede está esberando garregar bra ver quanto mergadoria quê gabe na caminhon... Daí Mamede tirá nota. — Não pode! A nota fiscal tem de ser emitida antes de carregar. É a política do governo atual. — Ah! Inton bára tudo, gue Mamede non qué broblema com Rezeita! Volta desgarregá tudo caminhon e guardá lá dentro do loja!
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Piadagem -
Turcos
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Escrito por Renato Wolfenstein
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Sáb, 30 de Agosto de 2008 00:59 |
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O Turco vai se confessar:
— Padre, há 20 anos atrás, eu abriguei um refugiado de guerra. Qual o meu pecado?
— Meu filho, nisso não há pecado, você fez uma caridade!
— Mas, padre, eu cobrei aluguel dele.
— Tem razão, meu filho, isso é pecado! Reze 3 "Ave Marias" e um "Pai Nosso".
— Só mais uma pergunta, padre! Devo falar pra ele que a guerra acabou?
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Piadagem -
Turcos
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Escrito por Renato Wolfenstein
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Sáb, 30 de Agosto de 2008 00:57 |
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Um casal de turcos chega ao consultório de um médico terapeuta sexual. O médico pergunta:
— O que posso fazer por vocês?
O Salim responde:
— Você poderia ver a gente transando?
O médico olha espantado, mas concorda. Quando a transa termina, o medico diz:
— Não há nada errado na maneira como vocês fazem sexo. - E então, cobra R$ 70 pela consulta.
Isto se repete por várias semanas. O casal marca um horário, faz sexo sem nenhum problema, paga o médico e deixa o consultório. Finalmente o médico resolve perguntar:
— Afinal, o que vocês estão tentando descobrir?
E o Salim respondendo, diz:
— Olha, nós não estamos tentando descobrir coisa alguma. O problema e que ela é casada e eu não posso ir à casa dela. Eu também sou casado e ela não pode ir até a minha casa. No Le Moulin um quarto custa R$ 120. No Studio A custa R$ 100. Aqui nós transamos por R$ 70 e eu ainda sou reembolsado em R$ 42 pelo Plano de Saúde. E, por fim, ainda abato no Imposto de Renda como despesas médicas.
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Piadagem -
Turcos
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Escrito por Renato Wolfenstein
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Sáb, 30 de Agosto de 2008 00:55 |
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Um cara engravatado entra na lojinha do turco Samir na Rua da Alfândega, no Rio de Janeiro, e olha com desprezo para o balcão escuro, as roupas penduradas em ganchos e outras expostas em cestos sobre o chão de tacos de madeira sem polimento. Samir se irrita com o desprezo do sujeito, e resmunga:
— Está olhando feio bra lujinha de Samir? Com este lujinha, Samir tem apartamento Ipanema, tem casa Búzios, tem casa Campos da Jordão, tem apartamento Beirute, tem filho estuda medicina Estados Unidos, tem filha estuda moda Paris, tudo só com lujinha!
O sujeito se vira e diz:
— O senhor sabe quem eu sou? Eu sou fiscal da Receita Federal! — Muito brazer! Eu Samir, maior mentiroso de Rua Alfândega!
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Piadagem -
Turcos
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Escrito por Renato Wolfenstein
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Sáb, 30 de Agosto de 2008 00:51 |
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O turco Salim, muito rico, chega ao banco e fala com o gerente:
— Eu qué fazê uma embréstimo!
O gerente, surpreso, pergunta ao Salim:
— Você, Salim, querendo um empréstimo? De quanto? — Uma real. — Um real? Ah, isso eu mesmo te dou... — Não, eu qué embresta do banco! Uma real! — Bem, são 12% de juros, para 30 dias... — Dudo bem, dá uma real e doze cendavos... onde eu azina? — Só que o banco vai pedir uma garantia, sabe como é... são normas internas... — Bega minha mercedes zerinha, que tá aí fora e dexa guardada aí no garage da banco, até eu bagá o embréstimo, tá bom azim?
Feito isso, Salim foi pra casa e disse pra Jamile:
— Bronto, Rabibe, nóis já bode viajá bra Oropa sem brocubaçón. Consegui dexá nossa carrínio num garage, bor 30 dias, e eu só vai bága uma real e doze centavo...
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